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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
"Gosto de ti"

Este fim de semana comprei este livro. O que me chamou a atenção foram as cores e o título, e quando comecei a ler, adorei a história.

 

A personagem principal da história é a Rosa, e a Rosa tem um "problema": o Hugo disse que gostava dela mais do que qualquer outra pessoa. E ela ficou muito confusa, então quis perceber o que era o amor e medi-lo...

 

 

 

Na minha opinião, é um bom livro para crianças, com ilustrações agradáveis mas não estereotipadas, a linguagem é simples, mas não simplista.

 

 

 

"Gosto de ti" de Bénédicte Carboneill, Editorial Presença


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publicado por lú às 18:56
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Para uma história agradar realmente às crianças deve “(..) prender verdadeiramente a atenção da criança, é preciso que ela a distraia e desperte a sua curiosidade. Mas, para enriquecer a sua vida, ela tem de estimular a sua imaginação; tem de ajuda-la a desenvolver o seu intelecto e esclarecer as suas emoções; tem de estar sintonizada com as suas angustias e as suas aspirações (…) Em suma, precisa de estar simultaneamente relacionada com todos os aspectos da sua personalidade (…)”

 

Bruno Bettelheim in "Psicanálise dos contos de fadas" (1988; 11)

 

 


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publicado por lú às 18:43
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
...

“Para se poder contar histórias, temos que saber ouvir… Ouvir, de coração aberto, as histórias dos outros e as nossas… que nós contamos”

 

 

Manuela Ferreira in "O Fio da Meada"


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publicado por lú às 16:25
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Domingo, 24 de Janeiro de 2010
Era uma vez...

A minha história começa como todas as histórias, com “Era uma vez” um pequeno ser, que estava no local mais acolhedor do mundo, onde tinha tudo o que queria para ser feliz, tinha amor, carinho, compreensão, comida.

Ele sempre se interrogara como fora ali parar, mas também não lhe importava muito, porque já tinha ouvido alguém dizer que tinha sido fruto de amor, e que estavam todos contentes por ele estar ali.

Ele adorava aquele espaço, era a sua casa, e adorava descobrir as partes que constituíam o seu pequeno corpo, gostava especialmente de uma parte que se chamava “mão”, porque era muito engraçado mexer com essa tal mão no nariz. O pequeno ser adorava música, especialmente música clássica, e adorava dançar, o que ele achava que desagradava a alguém, pois quando ele se mexia de mais ouvi-a a reclamar. Mas também adorava mexer-se demais pois sabia que quando isso acontecia, podia sentir algo a tocar na sua casa, e não sabia bem porquê mas gostava desse toque e daquela voz grave.

Mas houve um dia em que o pequeno ser não sabia o que se estava a passar, começou a sentir-se muito agitado… E de repente, sem saber muito bem como, estava ao colo de uma senhora muito bonita e com um doce sorriso, ele achava que a conhecia, de algum lado. Passado um momentos ouviu aquela voz grave que tanto gostava, e sentiu o toque que sentira há uns tempos atrás.

O pequeno ser não era mais apenas um pequeno ser, era uma criança.

- Olá Pedro – disse a senhora simpática – sou a tua mãe.

 

 

 

 

 

 

 (texto da minha autoria, escrito para Expressão Dramática tendo com objectos para inspiração uma concha e um lenço bege)

 



publicado por lú às 22:08
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Domingo, 15 de Novembro de 2009
Tenho uma casinha

Tenho uma casinha assim, assim

e bato à portinha assim, assim,

e limpo o sapatinho assim, assim

e pela chaminé o fumo saí assim, assim.

 

Tenho uma casa assim, assim,

e bato à porta assim,assim,

e limpo o sapato assim, assim,

e pela chaminé o fumo saí assim, assim.

 

Tenho um casarão assim, assim,

e bato ao portão assim, assim,

e limpo o sapatão assim, assim,

e pela chaminé o fumo sai assim, assim, assim, assim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Remodelações

Por motivos tecnicos e pessoais, o blog mudou de nome e de visual...

Esperam-se novas mudanças e novos posts no âmbito da Educação de Infância...

 



publicado por lú às 11:04
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Os bons dias

Existem várias formas de se iniciar o dia com as crianças.

Na sala dos Ratinhos, onde estivemos a estagiar, a educadora cantava uma música com a crianças, que era a seguinte:



Bom dia para a Maria, guli guli li,

Bom dia para o Bernardo que está aqui,

Bom dia para a Rita, guli guli li,

...

Bom dia para os meninos todos que estão aqui...


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publicado por lú às 23:46
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Domingo, 5 de Julho de 2009
A União das Cores

Era uma vez, num pais distantes, três animais, muito diferentes, mas muito amigos. Ajudavam-se uns aos outros e não conseguiam viver separados.

Um deles era a Baleia, que era grande e azul, viva no fundo do oceano, mas todos os dias se encontrava com as suas amigas, a Pata, que era muito amarela, parecia o Sol, e que vivia numa ilha, a Baleia contava-lhe sempre todas as novidades. A outra amiga era a Tartaruga, verde como a relva, era muito sábia.

Certo dia a Baleia, sempre pontual, chega ao local onde se costume encontrar sempre com as suas amigas, mas não ia com boa cara. Nisto chega a Pata:

- Então amiga Baleia, que cara é essa? Que se passa?

-Olha encontrei esta caixa no fundo do mar e não conheço as coisas que estão lá dentro, espreita, pode ser que me possas explicar o que é.

A Pata também fica muito baralhada, também não sabia o que era, mas disse:

-Não sei o que é, mas olha pode ser que a nossa sábia amiga conheça e nos diga o que é, ela não deve demorar a chegar.

As duas amigas ficaram à espera da Tartaruga, que como lia muitos livro, de certeza que iria saber o que a baleia tinha encontrado no fundo do seu oceano.

Passado pouco tempo chega a Tartaruga:

- Olá amigas, que se passa?

-Olha o que a Baleia encontrou…não sabemos o que é, mas de certeza que tu sabes, espreita.

A Tartaruga espreitou:

-Claro que sei são três lápis de cor (resposta que pode ser dada pelas crianças)

-E o que podemos fazer só com estas três cores? – Pergunta a baleia

- Um desenho responde rapidamente a Pata!

E assim foi, a Tartaruga tratou de arranjar uma folha de papel, depois a Baleia pegou na sua cor favorita, o azul (podemos questionar as crianças) e pintou um lindo lago. De seguida a Pata pegou no amarelo e pintou um lindo e apenas com três cores se fez um belo desenho!

 

 

 

 

 

 

 




publicado por lú às 23:49
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Olha a bola Manel

O Manel tinha uma bola,
que rolava pelo chão
na calçada ela rebola,
deu-lhe uma dentada um cão

[refrão]
Olha a bola Manel,
olha a bola Manel
foi-se embora, fugiu
olha a bola Manel,
olha a bola Manel
nunca mais ninguem a viu

O Manel tinha uma bola,
mas por falta de atenção
lá deixou ele ir a bola
entre os dentes de um cão

O Manel tinha uma bola
mas agora não tem não
e a gente a ver se o consola
vai cantar esta canção


 



publicado por lú às 23:44
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
"O Sono e o Sonho" de José Jorge Letria

 
O Sono e o Sonho
 
 
 
            A noite tem dois filhos: um chamado Sono e outro chamado Sonho. Gosta, quando o tempo está frio, de os agasalhar debaixo do manto de veludo negro que, umas vezes enfeita com estrelas brilhantes e, outras, com nuvens carrancudas.
 
     O Sono e o Sonho, como todos os irmãos, têm as suas brigas e aborrecimentos. E porquê? Ora, por tantas razões! Mas a principal é esta: é que o Sono gosta de dormir a bom dormir e o Sonho tem o hábito de aparecer pelo meio a meter-lhe fantasias na cabeça.
 
     Quando isso acontece, a mãe, que gosta que a tratem apenas por Noite, sem dona nem senhora atrás do nome, aparece, faz uma festa na cabeça de cada um, dá razão aos dois e depois aconselha:
 
     - Agora vamos dormir, porque amanhã é dia de trabalho.
 
     De quem os dois irmãos não gostam nada é de um primo que têm chamado Pesadelo, porque é feio, irritante e tem o costume de contar histórias de arrepiar que deixam os dois muito trémulos debaixo do manto da Noite.
 
    Um dia destes, o Sono e o Sonho decidiram fazer uma partida ao primo Pesadelo. Sabem como? Fingiram que estavam a dormir muito descansados e deixaram-no aproximar-se. Quando ele se preparava para lhes contar uma daquelas histórias de pôr os cabelos em pé, saltaram os dois da cama com lençóis brancos na cabeça, mascarados de fantasmas e pregaram um tremendo susto ao primo mal encarado que passou muitos meses sem aparecer.
 
     Nesse dia, a Noite cobriu-se com o seu manto de estrelas brilhantes e dormiu até de manhã com os dois filhos enroscados e felizes a seu lado.
 
 
 
 
José Jorge Letria – Histórias do Sono e do Sonho
 

 



publicado por lú às 20:10
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