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. "O Sono e o Sonho" de Jos...
Este fim de semana comprei este livro. O que me chamou a atenção foram as cores e o título, e quando comecei a ler, adorei a história.
A personagem principal da história é a Rosa, e a Rosa tem um "problema": o Hugo disse que gostava dela mais do que qualquer outra pessoa. E ela ficou muito confusa, então quis perceber o que era o amor e medi-lo...
Na minha opinião, é um bom livro para crianças, com ilustrações agradáveis mas não estereotipadas, a linguagem é simples, mas não simplista.
"Gosto de ti" de Bénédicte Carboneill, Editorial Presença
Para uma história agradar realmente às crianças deve “(..) prender verdadeiramente a atenção da criança, é preciso que ela a distraia e desperte a sua curiosidade. Mas, para enriquecer a sua vida, ela tem de estimular a sua imaginação; tem de ajuda-la a desenvolver o seu intelecto e esclarecer as suas emoções; tem de estar sintonizada com as suas angustias e as suas aspirações (…) Em suma, precisa de estar simultaneamente relacionada com todos os aspectos da sua personalidade (…)”
Bruno Bettelheim in "Psicanálise dos contos de fadas" (1988; 11)
“Para se poder contar histórias, temos que saber ouvir… Ouvir, de coração aberto, as histórias dos outros e as nossas… que nós contamos”
Manuela Ferreira in "O Fio da Meada"
A minha história começa como todas as histórias, com “Era uma vez” um pequeno ser, que estava no local mais acolhedor do mundo, onde tinha tudo o que queria para ser feliz, tinha amor, carinho, compreensão, comida.
Ele sempre se interrogara como fora ali parar, mas também não lhe importava muito, porque já tinha ouvido alguém dizer que tinha sido fruto de amor, e que estavam todos contentes por ele estar ali.
Ele adorava aquele espaço, era a sua casa, e adorava descobrir as partes que constituíam o seu pequeno corpo, gostava especialmente de uma parte que se chamava “mão”, porque era muito engraçado mexer com essa tal mão no nariz. O pequeno ser adorava música, especialmente música clássica, e adorava dançar, o que ele achava que desagradava a alguém, pois quando ele se mexia de mais ouvi-a a reclamar. Mas também adorava mexer-se demais pois sabia que quando isso acontecia, podia sentir algo a tocar na sua casa, e não sabia bem porquê mas gostava desse toque e daquela voz grave.
Mas houve um dia em que o pequeno ser não sabia o que se estava a passar, começou a sentir-se muito agitado… E de repente, sem saber muito bem como, estava ao colo de uma senhora muito bonita e com um doce sorriso, ele achava que a conhecia, de algum lado. Passado um momentos ouviu aquela voz grave que tanto gostava, e sentiu o toque que sentira há uns tempos atrás.
O pequeno ser não era mais apenas um pequeno ser, era uma criança.
- Olá Pedro – disse a senhora simpática – sou a tua mãe.
Tenho uma casinha assim, assim
e bato à portinha assim, assim,
e limpo o sapatinho assim, assim
e pela chaminé o fumo saí assim, assim.
Tenho uma casa assim, assim,
e bato à porta assim,assim,
e limpo o sapato assim, assim,
e pela chaminé o fumo saí assim, assim.
Tenho um casarão assim, assim,
e bato ao portão assim, assim,
e limpo o sapatão assim, assim,
e pela chaminé o fumo sai assim, assim, assim, assim.
Por motivos tecnicos e pessoais, o blog mudou de nome e de visual...
Esperam-se novas mudanças e novos posts no âmbito da Educação de Infância...
Existem várias formas de se iniciar o dia com as crianças.
Na sala dos Ratinhos, onde estivemos a estagiar, a educadora cantava uma música com a crianças, que era a seguinte:
Bom dia para a Maria, guli guli li,
Bom dia para o Bernardo que está aqui,
Bom dia para a Rita, guli guli li,
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Bom dia para os meninos todos que estão aqui...
Era uma vez, num pais distantes, três animais, muito diferentes, mas muito amigos. Ajudavam-se uns aos outros e não conseguiam viver separados.
Um deles era a Baleia, que era grande e azul, viva no fundo do oceano, mas todos os dias se encontrava com as suas amigas, a Pata, que era muito amarela, parecia o Sol, e que vivia numa ilha, a Baleia contava-lhe sempre todas as novidades. A outra amiga era a Tartaruga, verde como a relva, era muito sábia.
Certo dia a Baleia, sempre pontual, chega ao local onde se costume encontrar sempre com as suas amigas, mas não ia com boa cara. Nisto chega a Pata:
- Então amiga Baleia, que cara é essa? Que se passa?
-Olha encontrei esta caixa no fundo do mar e não conheço as coisas que estão lá dentro, espreita, pode ser que me possas explicar o que é.
A Pata também fica muito baralhada, também não sabia o que era, mas disse:
-Não sei o que é, mas olha pode ser que a nossa sábia amiga conheça e nos diga o que é, ela não deve demorar a chegar.
As duas amigas ficaram à espera da Tartaruga, que como lia muitos livro, de certeza que iria saber o que a baleia tinha encontrado no fundo do seu oceano.
Passado pouco tempo chega a Tartaruga:
- Olá amigas, que se passa?
-Olha o que a Baleia encontrou…não sabemos o que é, mas de certeza que tu sabes, espreita.
A Tartaruga espreitou:
-Claro que sei são três lápis de cor (resposta que pode ser dada pelas crianças)
-E o que podemos fazer só com estas três cores? – Pergunta a baleia
- Um desenho responde rapidamente a Pata!
E assim foi, a Tartaruga tratou de arranjar uma folha de papel, depois a Baleia pegou na sua cor favorita, o azul (podemos questionar as crianças) e pintou um lindo lago. De seguida a Pata pegou no amarelo e pintou um lindo e apenas com três cores se fez um belo desenho!
O Manel tinha uma bola,
que rolava pelo chão
na calçada ela rebola,
deu-lhe uma dentada um cão
[refrão]
Olha a bola Manel,
olha a bola Manel
foi-se embora, fugiu
olha a bola Manel,
olha a bola Manel
nunca mais ninguem a viu
O Manel tinha uma bola,
mas por falta de atenção
lá deixou ele ir a bola
entre os dentes de um cão
O Manel tinha uma bola
mas agora não tem não
e a gente a ver se o consola
vai cantar esta canção